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Você já pensou em doar seu corpo para a ciência?

Doar algo ou algumas horas do dia, da semana ou do mês para alguma iniciativa é sempre um gesto nobre e que faz bem tanto para quem a pratica como para quem recebe.

06 de março

Quem dirá então doar órgãos, uma atitude extremamente bem-vinda para aqueles que aguardam por um transplante. Porém, você já pensou na possibilidade de doação do corpo para a ciência?

Isso é possível, basta manifestar, em vida, o desejo de contribuir para o avanço de estudos sobre o corpo humano, beneficiando pesquisadores e alunos da área da saúde.
 
Apesar de a tecnologia ter avançado e contribuído para investigações mais profundas sobre doenças, ainda nada substitui o contato com espécimes anatômicos reais para o aluno de graduação, pós-graduação, especialização e residentes da área de saúde que impacte tão fortemente no aprendizado. No Brasil, a doação de corpos já é uma realidade, mas a prática ainda é inexpressiva se comparada a países como Estados Unidos.
 
Para a oficialização da doação de corpo é preciso elaborar e assinar um documento em vida, reconhecer firma e entregar uma cópia ao centro que receberá a doação, expressando o desejo após a morte. O doador precisa ter mais de 18 anos. É importante que os familiares estejam cientes da decisão do doador.
 
Atualmente, por falta de esclarecimento e conhecimento por parte da população, as universidades da área de saúde do Brasil utilizam cadáveres sem identificação ou não reclamados para a realização de estudos, seguindo, claro, os procedimentos legais para esses casos.
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